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sábado, 30 de março de 2013

A liberdade

Sentindo coagido o animal reage a prisão, debatendo-se até a exaustão na tentativa de se libertar; assim é o Homem, sofrendo limites, aspira pela amplidão de horizontes e luta pela sua independência.
Ele busca a conquista sobre si mesmo, no entanto é vitimado pelas pressões de todas as ordens, se rebelia, desencadeia luta e violência para conquistar o que se aspira como condição fundamental de felicidade. Mas a violência jamais lhe dará a liberdade real, isso não é liberdade. A violência retem, porém não doa.
Para ser livre carece de responsabilidade, para não se tornar libertino ou insensato.
A liberdade é o direito de fazer o que cada qual apraz, mas é necessário a consciência de que nossa liberdade terminará no direito do outro.
A liberdade é um direito que se consolida, na razão direta em que o homem se autodescobre e se conscientiza, podendo identificar os próprios valores, que deve aplicar de forma edificante, respeitando a natureza e tudo quanto nela existe.
Nenhuma pressão de fora pode levar à falta de liberdade, quando se conseguir ser lúcido e responsável interiormente.
Não há liberdade quando se mente, engana, impõe e atraiçoa.
A liberdade é uma atitude perante a vida.
Assim, portanto, só há liberdade quando se ama conscientemente.

Baseado no Livro: O Homem Integral
Divaldo Franco e Joanna de Angelis.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Aconselhar ou não?


O ditado popular diz: " Se conselho fosse bom, ninguém dava; vendia".
Essa é uma atitude de quem revela uma péssima reação de ouvinte, no mínimo renitente no erro e irritado contra a intenção benéfica da pessoa que aconselha. Também não é cômoda a posição de quem aconselha, afinal, ninguém está isento de erros e defeitos ao ponto de pretender dar conselhos.

Justamente em respeito às fraquezas e imperfeições humanas, o Livro dos Espíritos traz na questão 886, "...benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas." Eis o sentido da caridade.

É tão confortador sentir-nos amparados pela palavra experiente ou apenas fraterna que nos concita ao bom ânimo, ao otimismo e ao equilíbrio de atitudes.
Recebemos assim, metade da solução para o problema, pois a opinião prudente é capaz de produzir um estímulo positivo na pessoa desesperada, favorecendo-lhe o retorno ao estado de harmonia. E tudo parecerá mais claro, mais fácil.

Por isso, nunca se negue a dar palavras de consolo, pois elas, muitas vezes é um bálsamo para as feridas alheias; um refrigério para a alma em aflição e talvez seja a solução para o problema do nosso irmão.

Abraço 
Angel

Fonte:  O ministério da Família
Suely Braz Costa
Langerton Neves da Cunha

segunda-feira, 19 de março de 2012

A TÉCNICA DO DCD

O Dr. Augusto Cury (psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor, com livros publicados em 40 países) apresenta em seu fabuloso livro Seja líder de si mesmo, uma técnica bastante positiva para superação dos conflitos existenciais. 

Ocorre que todos (uns mais outros menos) vivemos angústias e conflitos interiores, debatemo-nos em dúvidas, incertezas, indecisões e normalmente perdemo-nos em aparências ilusórias que alimentamos sob pretextos vários. Igualmente deixamo-nos dominar por pensamentos e posturas equivocadas de outras pessoas, esquecendo-nos de que todos guardamos o tesouro das possibilidades dentro de nós mesmos.

Por outro lado, permitimo-nos escravizar por medos, neuroses, melindres, ressentimentos, mágoas e tudo o mais que o leitor já conhece do comportamento e das tendências humanas.

Pois sugere o Dr. Cury que usamos a técnica do DCD, que significa Duvidar, Criticar, Determinar. 

Sim, DUVIDAR das idéias dramáticas que muitas vezes alimentamos; DUVIDAR das circunstâncias, pensamentos e fatos que nos deixem deprimidos, tristes, magoados, ansiosos; DUVIDAR de sentimentos de inferioridade, de complexos que nos atormentam a vida.

A partir daí, CRITICAR tais pensamentos, posturas e comportamentos. 
Com um detalhe: em nós mesmos, não nos outros; CRITICAR pensamentos negativos, idéia perturbadora, angústias, medos e inseguranças que surjam interiormente. 

Em, por fim, DETERMINAR ser feliz, equilibrado, sereno, harmonioso consigo mesmo, tranqüilo; conquistar o que mais ama e ser líder de si mesmo, ao invés de deixar-se conduzir. DETERMINAR reações e comportamentos altruístas, idéias e posturas positivas que lhe tragam alegria, bem estar e equilíbrio emocional.

Para alcançar esse estado de determinação interior, há que se passar pelo estado de dúvida e crítica dos próprios pensamentos e sentimentos. 
Para isso, o autor sugere uma reunião íntima (duas vezes na semana ou dez a quinze minutos por dia) conosco mesmo. 

Em silêncio, uma viagem interior, para debater com nós mesmos nossas dificuldades, problemas, neuroses, desafios, em busca de soluções e caminhos de libertação dessas autênticas travaspsicológicas e emocionais.
É algo exatamente interior, individual, numa mesa-redonda onde somos o entrevistador e o entrevistado, os debatedores, críticos e conselheiros. 

Trata-se, porém, de providência altamente saneadora de nossos conflitos. Claro que não dispensaremos os amigos, o cônjuge, o médico, o psicólogo, mas estaremos em confronto com a única pessoa que verdadeiramente pode apresentar as soluções que buscamos: nós mesmos. 
Exatamente onde se escondem as causas e traumas que nos impedem atualmente de viver como seres livres e pensantes, autênticos deuses em potencial.

Orson Peter Carrara

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

APENAS O AMOR PODE AUXILIAR...

...A AMAR MELHOR A PESSOA COM QUE SE VIVE.



A única coisa que não se pode tirar de nós é aquilo que doamos
(Jean-Yves Leloup).

Idealizamos certo tipo de homem ou certo tipo de mulher e esta imagem debilita a aceitação da pessoa que está à nossa frente, pois o significado valioso do encontro emerge também da compreensão relativa às imperfeições (de si mesmo e do outro) de onde pode nascer uma relação que caminhe em direção ao amor real.

Recebo, com frequência, relatos de pessoas que dizem ter um relacionamento duradouro, mas se afirmam infelizes pelo desagradável revelado durante a convivência e pela sensação de que deixaram de progredir como pessoas e, por isso, sentem-se como “indivíduos sem pensamentos”.


Amar envolve amar-se.
Assim, amar é ser generoso consigo mesmo e com o outro e, por isso, não deixar de cuidar de si, não abdicar dos próprios dons e necessidades de trabalho com a própria alma, motivando o outro também a desenvolver-se para ser feliz. Do contrário, será um amor muito superficial, frágil aos ventos e às intempéries dos egos, quase sempre suscetíveis aos caprichos.


Uma questão principal: como fazer para sofrer menos e, principalmente, como servir-se do amor para viver melhor?
Porque amar é ser feliz, é desejar a felicidade do outro.

Como sair da confusão?
A confusão existe quando exigimos do nosso companheiro, por exemplo, que substitua o pai que nos faltou, quando cobramos da nossa esposa que seja mãe de tempo integral, livrando-nos das pequenas responsabilidades diárias com a casa, com os filhos, com nosso próprio crescimento.

É sabido que as pessoas que não são capazes de se envolver em uma relação particular são ainda imaturas. Estamos onde estamos, cada um com sua narrativa e habilidades. E isso me faz pensar sobre as diferentes nuanças de amor.

Há uma palavra grega, Pathé, que assinala tanto o nascimento da palavra patologia como instaura na pessoa o amor-doença, pois, aqui, o amor não é qualidade de ser, mas apenas necessidade e dependência, aquilo que Ovídio, em sua Arte de Amar, chamou amor-posse, possessão, que dá causa à mania...

Creio que isso alude aos aspectos (e feridas) narcisistas, que se revelam inaptos para reconhecer a alteridade. Tu me dás, somente.
Para muitos terapeutas antigos, então, a doença é girar em círculos. Assim, o amor-posse mantém o casal aprisionado no caminho...


Mas não é o coração humano capaz de amar sem retorno?
Alguém me diria que isso somente para os perfeitos.
Digo-lhe que é para cada um de nós, embora, muitas vezes, possamos amar como bebês, consumindo o outro.

Qual seria, então, a solução?
Passar, em primeiro lugar, do consumo à partilha.
Abrir o coração e aprender a dar, pois conviver, no amor, exige disciplina.

Apenas sei que devemos manter o passo.
Por isso, independente do amor que sentimos, seu grau ou qualidade, independente do companheiro (ou da companheira) com o qual dividimos o pão, a oração e a esperança, apenas precisamos nos dispor a ajudá-lo a desenvolver sua autonomia sem que percamos a nossa autonomia – duas autonomias que seguem unidas e procuram humanizar-se... No lugar de apenas exigir (ou necessitar), pôr em prática o acolher – e este, sim, pode ser um começo rumo a um amoroso conviver.


Penso na alma gêmea*
“alguém do mesmo comprimento de onda”, diria Jean-Yves Leloup.

Neste caso, seria mais fácil amar?
Em razão da sintonia natural, uma compreensão natural. Mas isso extinguiria os pequenos dramas da rotina?
Não, mas ao menos aqui ambos procurarão expandir tanto o si-mesmo (Self) como a capacidade de amar, confiantes no devir, pois o “amor jamais passará“ (São Paulo).
* espíritos afins

EUGÊNIA PICKINA
O Consolador

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O AMOR É O QUE AMOR FAZ


"Fazei aos homens tudo o que queirais que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.” (Mateus, cap. VII, v.12.)
No Evangelho de Jesus, o AMOR é a base de todos os ensinamentos. Nas religiões não-cristãs, ele é a harmonia entre o espírito e seu passado.
Nos livros de auto-ajuda é chamado de motivação, entusiasmo. Nas tarefas rotineiras do dia a dia, é o que combate a depressão.
Nas difíceis batalhas do nosso espírito, ele é o que nos nortearia o rumo a seguir. E mesmo sabendo de tudo isso, muitas vezes nos esquecemos de que o amor é algo para ser vivido, praticado, demonstrado, realizado.

James C. Hunter, autor de “O monge e o executivo”, lembra que “o amor é o que amor faz”. E acrescenta:
“AMOR NÃO É COMO NOS SENTIMOS EM RELAÇÃO AOS OUTROS, MAS COMO NOS COMPORTAMOS”.

Ou seja, amar é agir, e ação é algo que nos pertence.
E, agindo com amor, conheceremos a cura para diversos males da alma, como:

- CULPA – Um dos sentimentos mais terríveis que assola o espírito é a culpa, derivada de nossos erros pretéritos e a consciência que temos dele, em dolorido arrependimento. Não temos como voltar no tempo para refazer a história, mas podemos tentar corrigir os passos futuros, aliviando-nos a consciência. Foi o que ensinou o apóstolo Pedro quando disse que “o amor cobre uma multidão de pecados” (I Pedro, 4:8). Mas o amor é o que amor faz, então precisamos colocar o amor nas palavras, usando de respeito e cordialidade; nos gestos, com gentileza e simpatia; na maneira de compreender os outros, com paciência e tolerância; nas ações, colocando muitas vezes a necessidade do outro diante da de si próprio. Em uma versão protestante da Bíblia (tradução João Ferreira de Almeida), a passagem diz “a caridade cobre uma multidão dos pecados”. Ou seja: amor em ação = caridade!

- SOLIDÃO – Quantos depoimentos ouvimos sobre a solidão na juventude, a solidão a dois no casamento, a solidão na terceira idade. Mas não para quem age com amor. Quem se sente só, normalmente exige o amor de outrem, mas não dedica o seu próprio. E dedicar amor significa dedicar tempo: quantas instituições que cuidam de crianças carentes precisam de voluntários – de todas as idades – para todas as funções, desde ajudar no preparo das refeições, até aulas de reforço ou monitoramento para atividades de lazer? Quantos asilos abrigam idosos carentes de um ouvido amigo e palavras de encorajamento? Quantos de nossos familiares não estão precisando, neste momento, de uma ajuda, talvez numa tarefa doméstica, ou de uma conversa motivadora? O espírito Sanson, em O Evangelho Segundo o Espiritismo (p.189) revela que “amar (...) é considerar como sua a grande família humana”. E como o amor é o que amor faz, quem ama agindo, não tem tempo para sentir-se só.

- DESÂNIMO – A palavra “ânimo”, no Michaelis, é sinônima de “Alma, espírito, mente”.
Quando sentimos verdadeiro desânimo da vida, é como se a alma tivesse desaparecido, deixando no lugar imenso vazio. Por que?
Porque o amor deixou de ser praticado. Perdeu-se o comportamento amoroso no dia a dia.

Amar também é sinônimo de CUIDAR.
Cuide com amor da sua casa, zelando pela boa conservação dos seus pertences; tenha prazer em enfeitar a mesa do jantar, ainda que o menu seja o simples prato cotidiano e a visita for apenas os de casa; cuide com carinho de suas plantas. Cuidar com amor é o segredo para combater o desânimo, ou seja, encher de ‘alma’ nossas ações e sentimentos.

Amigo leitor, a grande mensagem do mestre Jesus era sobre o poder do amor. Ele sabia que amando o próximo, seríamos mais leves. Seríamos menos só. Seríamos mais felizes. Ele amou agindo, ou viveu amando, nos mostrando que esse era o caminho. E essa caminhada, por sua vez, é a ação que nos pertence rumo a uma vida mais plena de significado. Que saibamos amar, fazendo!

ÂNGELA MORAES
O consolador

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ANSIEDADES


“Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.”
(1ª Epístola de Pedro, capítulo 5, versículo 7.)
As ansiedades armam muitos crimes e jamais edificam algo de útil na Terra.
Invariavelmente, o homem precipitado conta com todas as probabilidades contra si.
Opondo-se às inquietações angustiosas, falam as lições de paciência da Natureza, em todos os setores do caminho humano.
Se o homem nascesse para andar ansioso, seria dizer que veio ao mundo, não na categoria de traba­lhador em tarefa santificante, mas por desesperado sem remissão.
Se a criatura refletisse mais sensatamente reco­nheceria o conteúdo de serviço que os momentos de cada dia lhe podem oferecer e saberia vigiar, com acentuado valor, os patrimônios próprios.
Indubitável que as paisagens se modificarão in­cessantemente, compelindo-nos a enfrentar surpresas desagradáveis, decorrentes de nossa atitude inade­quada, na alegria ou na dor; contudo, representa im­positivo da lei a nossa obrigação de prosseguir dia­riamente, na direção do bem.
A ansiedade tentará violentar corações genero­sos, porque as estradas terrenas desdobram muitos ângulos obscuros e problemas de solução difícil; entretanto, não nos esqueçamos da receita de Pedro.
Lança as inquietudes sobre as tuas esperanças em Nosso Pai Celestial, porque o Divino Amor cogita do bem-estar de todos nós.
Justo é desejar, firmemente, a vitória da luz, buscar a paz com perseverança, disciplinar-se para a união com os planos superiores, insistir por sinto­nizar-se com as esferas mais altas. Não olvides, po­rém, que a ansiedade precede sempre a ação de cair.

Do cap. 8 do livro Pão Nosso,
de Emmanuel,
psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O SEGREDO DO CASAMENTO

Meus amigos separados não cansam de me perguntar como eu consegui ficar casado trinta anos com a mesma mulher. As mulheres, sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.

Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas, dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue.

Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém aguenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade, já estou em meu terceiro casamento - a única diferença é que me casei três vezes com a mesma mulher.

Minha esposa, se não me engano, está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes do que eu.

O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.

O segredo no fundo, é renovar o casamento, e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.

De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos, é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, voltar a se vender, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar?
Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo não fazem uma lua de mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?

Sem falar nos inúmeros quilos que se acrescentaram a você, depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 quilos num único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?

Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo e a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: ninguém aguenta a mesma mulher ou marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas.

Muitas vezes não é sua esposa que está ficando chata e mofada, são os amigos dela (e talvez os seus), são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.

Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo círculo de amigos.

Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.

Mas, se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas, e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal "estabilidade do casamento", nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.

A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma "relação estável", mas mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensando fazer no início do casamento.

Você faz isso constantemente no trabalho, por que não fazer na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.

Portanto, descubra o novo homem ou a nova mulher que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo e interessante par.

Tenho certeza de que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças.

Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso, de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.

O casamento une duas pessoas e os dois precisam manter seus corações unidos pelos laços não só do amor, mas, do carinho, do afeto, do afago, do namoro, das brincadeiras e de pequenos gestos que segurem a relação.

Minuto Poético

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

BOA IMAGEM

A forma como nos comportamos perante a vida condiciona a maneira como somos vistos por aqueles que nos cercam.

São as competências sociais e emocionais que asseguram nossa credibilidade.
A maneira como nos vemos também influência a forma como somos percebidos pelo outros.
Para fazer a diferença nas relações sociais, é preciso, sobretudo, ter entusiasmo e autoconfiança, ser assertivo, evitar atitudes negativas e buscar despertar a simpatia alheia nos mínimos gestos cotidianos.

Pertencemos a vários grupos: familiar, profissional, religioso, escolar...
Em cada um deles desempenhamos papeis diferentes. Sermos aceitos ou rejeitados depende de uma série de fatores, especialmente de nossa conduta, de nossa disposição em interagir com o grupo.
Para construir uma boa imagem, ninguém precisa ter ego exacerbado, usar máscaras para cada situação e esperar aplausos por sua performance.

O melhor marketing pessoal é a autenticidade.
Por isso:
• Administre seus relacionamentos: procure construir vínculos fortes, produtivos e duradouros. Seja humilde e generoso e procure aceitar os outros como são. Ao se mostrar receptivo e maleável, certamente recebera um tratamento semelhante.

• Seja uma pessoa aberta, pronta para adquirir novos conhecimentos ou rever posturas. Aprender e mudar são atitudes que requerem flexibilidade e atenção aos próprios objetivos, bem como aos princípios e valores que norteiam sua conduta. Honra, honestidade, dignidade, ética e nobreza de caráter não têm substitutos.

• Assuma os erros como oportunidades de aprendizagem e progresso.

• Orgulhe-se de si e reforce sua auto-imagem. Isso significa acreditar no próprio valor, fortalecer as potencialidades e virtudes.

Agindo assim, não será preciso passar a vida tentando provar aos outros suas qualidades. Elas serão facilmente reconhecidas.


Texto retirado:
Como construir uma imagem positiva

quarta-feira, 1 de junho de 2011

AMOR VERSUS RAZÃO

A mente humana é como um pendulo de um relógio que flutua entre a razão e a emoção.
Nossa capacidade de tolerar, solidarizar-nos, doar-nos, divertir, criar, intuir, sonhar são algumas das maravilhas que surgem desse complexo pendulo. O amor é seu fruto mais excelente. Cuidado com os desvios desse pêndulo.
Se formos minimamente racionais e excessivamente emocionais, viveremos inúmeras “dores de cabeça”, construiremos nossos próprios conflitos.
Sentiremos medo diante de pequenas coisas, ansiedade por fatos que ainda não aconteceram, perturbações por fantasias estúpidas, angústias pelas criticas e opiniões alheias.
O amor será desinteligente: intenso, mas agressivo; forte, mas controlador, doador, mas cobrador.
O amor desinteligente é desfocado, reduz a capacidade de fazer escolhas e retrai a arte de aprender.
Por outro lado, se formos minimamente emocionais entregaremos precariamente e sonharemos escassamente. Seremos sem brilho, ainda que sob os aplausos sociais. Miseráveis, ainda que com elevadas somas de dinheiro. Imaturos, ainda que com notável cultura acadêmica.
Os que pautam sua agenda quase que somente pela razão chafurdam na lama do tédio, não conquistam são previsíveis engessados, sem criatividade. Não encantam a si e nem aos outros.
O amor precisa de doses elevadas de emoção, mas sem dispensar doses serenas da razão.
Precisa correr riscos, mas sem abrir mão de pensar nas consequencias.
Necessita da entrega, mas sem esperar demasiadamente o retorno.
O amor sem os alicerces da razão gera uma superproteção. E a superproteção asfixia a criatividade, bloqueia a capacidade de lidar com desafios, aprisiona a determinação.

Livro: Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas
Augusto Cury

segunda-feira, 2 de maio de 2011

CHORE, SE PRECISO FOR, MANTENDO A ESPERANÇA

Nunca perca a esperança, você, que traz o coração sofrido e torturado. Esta mensagem é para levantar seu ânimo, nesse momento de sua vida. Diante do que você está passando, se for preciso chorar, chore, mas que suas lágrimas não sejam de inconformação.

Se você encontrar um ombro amigo para se escorar, faça dele um ponto de apoio para continuar a luta abençoada de sua existência. E tem mais: não se curve com o peso da cruz que você carrega, parando no meio do caminho. Lembre-se de que Jesus foi auxiliado pelo Cirineu, que o ajudou a levá-la ao cimo do Calvário. Acredite, há sempre alguém neste mundo para ajudá-lo. É só manter a esperança e prosseguir de fronte erguida para os céus.

Não desista da vida em momento algum e nunca perca a esperança na bondade de Deus, porque Ele nunca está pobre de misericórdia. A vida pede a você simplesmente para caminhar. Não olhe para trás. Parar? Nunca! Se tropeçar e cair, sacuda a poeira e dê a volta por cima, porque tudo isso há de passar. Deus deseja a sua felicidade! Nunca duvide da Sua generosidade.

Todo problema tem solução. No entanto, faça a sua parte estendendo com humildade suas mãos para o Senhor da Vida ajudá-lo a superar as dificuldades. E por mais que haja sombra na noite do seu infortúnio, nunca perca a esperança, pois ao fim da madrugada, surge sempre no horizonte a claridade da manhã, inundando de luz o alvorecer.

A coragem de viver será sempre a força capaz de tirá-lo da depressão. Agora, fique sabendo que por mais que alguém queira te levantar, você deve recordar que os pés são seus e apenas a você cabe reerguê-los para dar os primeiros passos e seguir adiante.

Portanto, pense no quanto Deus tem lhe dado para que você alcance a felicidade, e quantas bênçãos você já recebeu da Sua Bondade Infinita. O Pai Celestial está sempre pronto a te ouvir e ajudá-lo. Enfim, chore se preciso for, mas mantenha sempre a esperança em Deus para vencer as lutas da vida!


Gerson Medeiros

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O ESPÍRITO NA VELHICE

O espírito não envelhece, torna-se experiente.
A velhice do espírito é a experiência que ele vem acumulando durante os milênios.
Todavia, quando estamos reencarnados nosso corpo envelhece, isto é, apresenta os sinais do desgaste próprio das coisas materiais.
A velhice é a fase gloriosa de nossa vida.
Ao relembrarmos o passado distante, vemos que vão longe os trabalhos e as canseiras e próximo vem o dia da alforria, o dia em que voltaremos para nossa colônia espiritual, de onde há tanto tempo partimos.
Um misto de esperanças e de receios nos assalta: de esperança pela certeza que temos de nossa imortalidade, da continuação de nossa vida em outros planos luminosos do Universo, na companhia dos entes queridos que nos precederam na partida; e de receio por sentirmos que nos vamos defrontar com algo que nos parece desconhecido.

A nossa felicidade na velhice não consiste em termos amealhado copiosos bens materiais; ela consiste em possuirmos a tranquilidade de consciência, a paz interior, a satisfação de nunca termos prejudicado ninguém, de termos vivido uma vida reta, moralizada, honesta; e fossem quais fossem as tempestades e as tentações que nos assaltaram em nossa jornada, sempre soubemos conservar nossa dignidade, nossa honradez e prezar nosso caráter.
Felizes, três vezes felizes os velhos que possuem uma consciência tranquila, uma consciência que não os acuse de nada! Que ao recordarem a vida já vivida, verificam que cumpriram nobremente todos os seus deveres, mesmo no meio de circunstâncias penosas!
Esse é o maior tesouro; o grande tesouro que levarão consigo para a pátria espiritual; é o tesouro que nem as traças corroem, nem os ladrões roubam.”

Eliseu Rigonatti
O espiritismo aplicado.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

EXISTE UMA RECEITA PARA SER FELIZ?

Felicidade é colocar família, trabalho e religião no mesmo patamar de atenção!

Vejamos: quem coloca a família em primeiro lugar e esquece ou valoriza menos o trabalho e a religião, ficará incompleto e até pode ensejar a infelicidade, pois é provável que a família o tenha que sustentar. Não trabalhe, talvez. Quem apenas valoriza o trabalho, esquece a família...
Quem coloca a religião em primeiro lugar, corre o risco do fanatismo.
O ideal, portanto, é achar o ponto de equilíbrio para os três.
Afinal, os três, família, trabalho e religião significam a base do equilíbrio na vida individual e coletiva. São três tesouros! E tem gente que despreza...


"Felicidade é viver o momento presente!"

Quem vive do passado, vive remoendo mágoas ou decepções. Ou apenas curtindo uma saudade.
Quem vive do futuro, deixa de viver o presente.
E o que verdadeiramente, existe em nossas vidas? O passado? O futuro? Não! Apenas o presente.
O desafio está em manter o equilíbrio entre o que passou e o que virá. Planejar, usar a experiência passada, mas viver o presente! Isto suprime ansiedade e medo de algo que talvez nem venha a acontecer. E esquece o que passou, ficando guardada apenas a experiência, positiva ou negativa, de algo que aprendemos.
Viver o presente, todavia, não é sinônimo de irresponsabilidade ou negligência, mas usar a experiência do passado e planejar o futuro, sem sofrer por antecedência. Afinal o futuro é o reflexo do que estamos pensando ou fazendo no presente. O equilíbrio do presente bem vivido trará o futuro equilibrado.


Não é por acaso que a ONU estabeleceu como base para o terceiro milênio os quatro pilares da educação (que em bom sinônimo indicam também uma receita de felicidade):

Aprender a conhecer, Aprender a fazer, Aprender a ser e Aprender a conviver.


Nada de tristeza, portanto. Mãos à obra na construção da própria felicidade!

Orson Peter Carrara
G.E. Renascer

segunda-feira, 11 de abril de 2011

F = PN + CT + FF

O que o leitor visualiza como título do presente artigo está expresso numa fórmula matemática. E realmente o é. E como a matemática é algo genial, usada em todos os setores e circunstâncias da vida humana, localizamos a expectativa da espécie humana numa simples fórmula.
Na verdade pode ser considerada até como um perfeito roteiro de vida. Nem sempre conseguimos vivê-lo, mas o significado que o leitor vai conhecer a seguir expressa a pura realidade do que mais queremos e precisamos.

A matemática está presente em tudo.
Na engenharia, na grandeza do universo, nas finanças, em nosso orçamento doméstico, nas grandes ou pequenas questões nacionais, enfim, nem é preciso continuar, porque até nesse artigo somos obrigados a usá-la para limitar o tamanho do presente trabalho...
Que tal, pois, visualizarmos bem a fórmula acima e talvez até a decorarmos para uso diário. Talvez seja útil mesmo colar pequeno papel na porta da geladeira, no volante do carro, no espelho do banheiro, para pensar mais sobre ela e a utilizarmos como roteiro de vida.É simples, mas genial. O leitor deve estar curioso. Por isso, não nos alonguemos mais:

F = PN + CT + FF ?

O F podemos identificar como Felicidade.
Ora, todos querem a felicidade, seja na forma de paz interior, seja na forma de ausência de preocupações ou mesmo realização pessoal, em qualquer área. Consideramos, no entanto, que é impossível a felicidade total sobre um planeta ainda tão cheio de dificuldades. No entanto, é possível sim uma felicidade relativa, que nos permite viver com alegria.
Pois é, a construção diária da felicidade, ainda que relativa e possível neste mundo, é igual a PN + CT + FF.

PN é posse do necessário.
A posse do necessário livra-nos de tolas ansiedades, ambições, torturas outras tais como inveja, ciúme e permite-nos viver com relativa tranquilidade. Considere-se a grande quantidade de pessoas que não possuem nem o necessário, e muitas vezes ficamos nos debatendo com coisas e coisas que extrapolam o necessário, tornam-se supérfluas e motivos de preocupações e até enfermidades.

CT significa consciência tranquila.
Aqui o leitor pode concluir por si mesmo: quem tem a consciência tranquila vive feliz, dorme sem pesar-lhe a consciência e desfruta dessa felicidade possível. Ela significa não causar prejuízos ou dores a quem quer que seja.

FF é a fé no futuro.
Sim, fé no futuro. Quem tem fé, sabe que as situações e circunstâncias contraditórias, tumultuadas, aparentemente injustas, que causam sofrimento e grandes aflições são todas transitórias, vão passar. Apegando-se à realidade de um futuro concreto para todos e feliz, desde que tenhamos consciência tranquila e não nos desgastemos tanto com a posse de bens que extrapolam o necessário, estaremos usando a fé no futuro (que está sendo construído com o comportamento reto e idôneo do presente) como ponto de apoio para superar os desafios que a vida apresenta.
Considere-se que o apego aos bens materiais é elemento determinante de grandes torturas no futuro, por isso nota-se que as três situações estão inteiramente ligadas entre si e a consciência reta, honesta, impede que prejudiquemos terceiros para a conquista desses bens transitórios, embora não estejamos proibidos de adquirir bens.
Portanto, somemos as três situações:
  • Posse do necessário (desprendimento);
  • Consciência tranquila (não causar prejuízos a si mesmo e a terceiros); 
  • Fé no futuro (calma, prudência, tolerância, confiança na vida, determinação dos objetivos);
Concluiremos
Que elas reúnem as condições da felicidade relativa que se pode alcançar nesta vida. E passamos entender que nós mesmos a podemos construir...
E, tudo isso, a própria fórmula, está didaticamente em O Livro dos Espíritos na questão 922. Como sempre, genial! Está lá.
Basta que descubramos para pensar e refletir!

Airton Pereira, palestra proferida em Matão.
Orson Peter Carrara

quarta-feira, 23 de março de 2011

ELES PASSARAM POR AÍ?

Eles te visitaram? Foram até sua casa, te procuraram? Tenho tido notícias de que eles têm visitado muitas casas. Imaginei que pudessem ter chegado até você!

É que gostaria de recomendar não recebê-los. Não é bom que lhes dê atenção ou abrigo, nem mesmo lhes permita a entrada. Os efeitos costumam ser desastrosos.

Temos encontrado o efeito da visita em muitos rostos cansados e aflitos. E alguns amigos com quem tenho falado dão notícias de que a reclamação é geral.

E o mais interessante: não adianta denunciar, reclamar à polícia ou trancar a porta. Eles são sutis. Chegam sem a gente perceber e se instalam. Quando nos damos conta, já estão conosco.

Por isso quis te prevenir, pois é possível sim defender-se. O perigo é tão grande que contagia. Atinge outras pessoas, extrapola o ambiente de sua casa, atinge empresas e instituições, com todos os danos e lesões decorrentes.

Por isso, peço-lhe de coração: não lhes dê ouvidos! Despreze-os simplesmente, como se não existissem, pois se você der atenção, tomarão conta de você, espalhando-se pelo ambiente onde você esteja.

Falo do desânimo, da tristeza, do abatimento. Falo da reclamação, da revolta, da insegurança e da falta de fé ou da ausência de confiança em Deus!

Não lhes dê atenção, meu amigo, minha amiga! Esqueça-os.

Defenda-se com a disposição, a alegria, o bom ânimo, diariamente.

Diante de obstáculos e dificuldades, levante a cabeça e prossiga! A vida é dinâmica e bela demais para ser entregue aos cuidados de personagens tão ingratos e cruéis como esses que lhes falo. Para que dar guarida a eles? Não o merecem. Melhor expulsá-los do coração e da convivência. Temos mais o que fazer...

Apóie-se na alegria de viver, na fé em Deus e na vida, busque a companhia dos amigos, envolva-se com projetos e idéias progressistas e humanitárias, ouça boa música, leia bons livros e participe de atividades culturais e recreativas; assista bons filmes e trabalhe sempre, que eles não terão chance consigo!

As sábias recomendações de Jesus não são meros conselhos morais. Eles contém o perfil da sabedoria do Mestre da Humanidade. Não foi por acaso que ele afirmou:

a)Sois Deuses!;
b) Vós sois o sal da Terra;
c) “(...) Aprendei comigo, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis o repouso de vossas almas (...)”;
d) Bem-aventurados os mansos, pois eles possuirão a Terra;
e) Reconcilia-te com o teu adversário;
f) Não julgueis...;
g) Tratai todos os homens como gostaria que eles vos tratassem;
h) Fazei o bem àqueles que vos odeiam e orai por aqueles que vos perseguem e caluniam... ;
i) “(...) Se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda...; j) Buscai, e achareis;
k) Acumulai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem o consomem, e onde os ladrões não os desenterram nem roubam...;
l) Vosso Pai sabe do que tendes necessidade.

Notem que cada item abre enorme espaço de reflexões e aplicação em diferentes situações da vida, nas dificuldades e desafios de todos nós. Por que, pois, entregar-se à tristeza, ao desânimo, à revolta? Estudemos essas sementes pródigas do Evangelho de Jesus para superarmos situações de abatimento. E, claro, antes de mais nada, passemos a aplicá-las a nós mesmos, no comportamento.

Cada uma das sementes acima selecionadas do imenso celeiro, que contém muitas outras sementes para serem estudadas e conhecidas, constitui abençoada porta de possibilidades para vencermos a nós mesmos e impedirmos que os cruéis personagens permaneçam conosco!

Olhos para o alto, pois! Coração para frente! Disposição firme, coragem no bem, fé, confiança, solidariedade. Eis o segredo.

Se algo lhe posso dizer, leitor, digo-lhe com o coração inflamado de entusiasmo: Prossiga! Prossiga! Prossigamos todos no bem, na confiança na vida, nos laços de afeto e trabalho que possamos construir!

Orson Peter Carrara
site: Renascer

quarta-feira, 16 de março de 2011

O SENTIDO A VIDA

Muitas vezes nos perguntamos o verdadeiro sentido da nossa existência.

Caminhamos ansiosamente, em busca da verdadeira felicidade.

E um dos significados dessa felicidade, é encontrarmos a nossa verdadeira essência, aquilo que nos faz sentir em paz e com a consciência tranquila.

Para chegarmos a esse encontro, são necessárias muitas experiências, na qual chamamos o caminhar da vida.

Muitas dessas experiências, são as vezes através do sofrimento, na qual quando realmente verificamos o seu significado, observamos que é uma grande ferramenta de auxílio, para a nossa transformação interior.

No começo ficamos um pouco tristes e magoados, mas com o passar do tempo, esse período faz com que possamos nos libertar de muitas experiências do passado, que causou nossa queda espiritual.

Através das provações, vamos libertando nossos defeitos e nos transformando em seres melhores.

E descobrimos o verdadeiro significado da paz de Deus, que é aceitar com fé, resignação e muito trabalho, todos os contratempos da vida, pois tudo tem um significado nesse quebra-cabeça cósmico.

Cada reação é gerada por uma ação nossa no pretérito.

Então procuremos resgatar todos os nossos débitos com muita fé e coragem, e que possamos plantar as sementes da paz, amor e harmonia.

Que cada dia que passa possamos nos transformar em vasos novos.

Com o formato de um grande coração, transmitindo raios de ensinamentos e amor, como um dia nosso Pai Criador nos mostrou através de seu filho maior.

Que passou pelo calvário, em nome de seu eterno amor por cada um de nós.

Que nossa passagem nesta terra abençoada, possa sempre ser protegida, pelo mestre Jesus e seus emissários, e que possamos nos libertar de nosso passado sem consciência, par trilharmos o nosso presente, na mais pura evolução, nos transformando em seres melhores, do bem e da luz.

Tudo isso quero agradecer ao mestre Jesus.

Kleber Marcio Fogaça
Fundação espírita André Luiz