sexta-feira, 19 de agosto de 2011

TEMAS DIVERSOS

Por que a Doutrina Espírita aconselha que não sejam acendidas velas para os desencarnados em nossa casa?
O ato de acender velas para os desencarnados vêm da crença antiga de que eles estão precisando de luz. Quando os homens ainda estavam na ignorância em relação às coisas espirituais, esse procedimento era compreensível, pois não se sabia como as coisas se davam de fato. Entretanto, depois do advento do Espiritismo, tudo ficou explicado e sabe-se que a luz que os Espíritos necessitam é a luz do esclarecimento e as boas vibrações enviadas a eles através das preces sinceras e amorosas de seus ente queridos. Apenas os Espíritos atrasados pedem velas por acharem que o escuro em que se encontram pode ser resolvido com a claridade material oferecida pela luz artificial. A Doutrina Espírita explica a razão das coisas, nos levando a ter um conduta cada vez mais racional e equilibrada, pois fundamenta a fé na razão e no bom-senso.

Um casal tem o direito de escolher a quantidade de filhos que quer ter? O Espiritismo aceita algum método anticoncepcional ?
A Doutrina Espírita ensina ao homem a arte de viver com bom senso e equilíbrio, baseado na racionalidade e sabedoria dos ensinamentos dos Espíritos superiores. O casal escolhe quantos filhos quer ou pode ter, assim como faz todas outras tantas escolhas em sua trajetória de vida. Certamente existe uma programação de vida para os Espíritos, obedecendo as leis das probabilidades, bem como para atender às necessidades do Ser, mas não faz sentido afirmativas de que viemos com uma quantidade de filhos predeterminados para se receber. Se assim fosse teríamos que anular o livre arbítrio e condenar as medidas de controle da natalidade, o que seria um contra-senso. Essa teoria poderia nos levar a pensar também porque teria Deus programado mais filhos para pessoas de condição social mais baixa, quando justamente estas são as que têm menor possibilidade de proporcionar condições dignas de vida. Portanto, a quantidade de filhos que se quer ter deve ser programado por nós, não esquecendo porém que a tudo Deus rege e permite. Evidentemente estamos nos referindo a Espíritos de condição mediana de evolução, pois a vida de Espíritos atrasados obedece mais ao determinismo que ao livre-arbítrio, pela falta de condições destes em exercitá-lo.

O que acontece com o Espírito da pessoa que entra em coma?
O estado de coma é caracterizado por grave alteração cerebral, com comprometimento das funções neurológicas normais e abolição dos reflexos superficiais e/ou profundos, levando a uma interrupção temporária ou definitiva da capacidade do indivíduo se comunicar com o meio exterior. Se for um Espírito desenvolvido poderá desprender-se do corpo por alguns momentos e mesmo entrever e compreender o que se passa com ele. Mas se for um indivíduo atrelado ao lado material da vida, sem nenhuma noção da dimensão espiritual e de sua condição de Espírito imortal, sofrerá todas as fases do processo, permanecendo preso do corpo físico. Em alguns casos, o Espírito fica também em estado torporoso, experimentado as mesmas sensações do coma.


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