terça-feira, 4 de maio de 2010

Faça a Diferença

Certo dia, em solo americano, um homem negro sentiu-se inconformado com a segregação racial, por isso levantou sua voz: "Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Um sonho de ver um dia os meus quatro filhos vivendo numa nação, onde eles não serão julgados pela cor da sua pele, mas pela essência do seu caráter". Com sua voz firme, a coragem em seu ideal e a certeza do seu sonho, Martin Luther King fez o que muitos queriam, mas não o fizeram. Viveu e morreu para que os negros tivessem os mesmos direitos dos brancos: freqüentar as mesmas escolas, entrar nos mesmos ônibus e o direito de votar.
Luther King morreu por seu ideal, porém, alcançou seu objetivo, foi um vencedor.

Certo dia, Gandhi incentivou os indianos a não praticarem violência contra os agressores ingleses. A Inglaterra parasitava a Índia roubando-lhe os bens e a dignidade do povo, obrigando-a a comprar produtos que eram seus por direito. Cansado de ver seu país espoliado por uma nação estrangeira, iniciou uma resistência pacífica, orientando o povo a não praticar violência física ou verbal. Gandhi viveu para libertar a Índia e conseguiu.
Aos 78 anos foi morto por um fanático muçulmano, mas contagiou a Índia e mudou a forma de pensar das pessoas quanto à maneira de protestar.

A história da Humanidade está repleta de exemplos de quem viveu e morreu por seus ideais. Exemplos de dignidade e coragem, que fizeram com que jamais recuassem em sua trajetória para alcançarem suas metas.
Sócrates foi obrigado a beber veneno por falar da liberdade e da vida eterna. João Huss foi levado a fogueira pela igreja por contrariar alguns dos seus princípios. Giordano Bruno também foi queimado em Roma. Paulo de Tarso foi decapitado. Pedro crucificado em Roma. Tiradentes enforcado em Minas. E tantos outros que deram a vida por um ideal. Há ainda aqueles que foram desprezados, perseguidos, extraditados, e nem assim suas vozes calaram.
Esses são alguns exemplos que talvez não tenhamos nós condições de seguir. Seus gestos são heróicos, seus ideais representaram a voz de uma nação ou de um mundo inteiro. Diante deles, nos sentimos pequeninos em virtudes e fé.
E por que iniciar este capítulo por estes exemplos?
Posso responder que se não há exemplos, se nos faltam metas, também nos faltarão vontade em caminhar para alcançar valores que não conhecemos. Da maldade estamos rodeados, da avareza e egoísmo já sabemos muito, e da preguiça e desânimo nem precisamos ir tão longe para conhecê-los. Portanto, estes expoentes das virtudes se fazem presente no mundo por bondade do Criador, a fim de que iluminem as estradas por onde passaremos depois.
O que recebemos do Criador?
Muitas pessoas acreditam que o dom que alguns possuem foram doados por Deus. Crêem que o Criador tenha presenteado a uns com a inteligência, outros com a arte, com a caridade ou com outra virtude qualquer. No entanto, não existem privilégios e o Pai Celestial não poderia beneficiar a uns em detrimento de outros. Isso seria injustiça.
Assim, todas as qualidades que trazemos conosco são conquistas anteriormente adquiridas. Dessa forma, concluímos que o Criador nos dotou de duas coisas: a vida e a liberdade. Um dia Ele nos criou e, desde então, somos livres para escolher os próprios caminhos.
Por isso, estou convencido de que Deus nunca diz: "Obedeça. Conforme-se. Faça como os seus antepassados". Penso que o Pai nos estimula sempre a crescer, a ousar, até mesmo com o risco de errarmos e assim aprendermos com os erros. Ele não nos trata como crianças, evitando nossos erros dizendo: "Estarei tomando conta de ti para que não faças nada de errado". É por isso que a ousadia faz parte de nossa essência, de nossa alma.
Tenho certeza de que, se pudéssemos ouvir a voz do Criador, talvez Ele estaria a dizer: "Vai adiante, para o desconhecido, onde nunca estivestes antes. Faça a tua parte, esforça-te e busca o teu próprio caminho. Saiba, no entanto, que no êxito ou nas quedas, Eu estarei sempre ao teu lado.
Jamiro dos Santos Filho - Araguari-SP

Quando Chico era Criança

A vida de Chico Xavier, desde a infância, está assinalada por abençoados fatos e fenômenos que denotam a incisiva presença do Mundo Espiritual, previdente e zeloso de sua vida missionária.
Assim é que, aos tenros cinco anos, ficou órfão de mãe e foi, pelo pai, levado a residir com a madrinha – uma senhora perturbada, que o espancava com freqüência e, por vezes, o deixava passar fome.
Sofrendo, então, as agruras da falta de alimento, Chico, brincando no quintal, onde era sempre deixado, passou – de maneira muito natural para a compreensão infantil – a receber a visita de um cão enorme, que trazia para ele um jatobá!... (O intrigante episódio repetido faz-nos lembrar o profeta Elias, refugiado em lugar ermo, a quem, conforme está em I Reis, 17:4 e 6, Jeová ordenou a alguns corvos o alimentassem diariamente de pão e carne, e assim aconteceu).
Conta o médium que o citado cachorro chegava sempre no mesmo horário, trazendo o jatobá – fruta brasileira formada de vagem grossa e longa, contendo arilos farináceos comestíveis, de sabor não muito agradável mas de alto valor nutritivo. Trazia-o entre os dentes e depositava-o a seus pés. Todavia, menino de pouco mais de cinco anos de idade, que poderia fazer para romper a dura casca, semelhante a uma couraça?
Emocionado, Chico explica, então, que o dócil animal – o qual ele não saberia dizer se se tratava de um cão da Terra ou do Além -, notando sua incapacidade de quebrar o jatobá, partia-lhe a casca, com a força das mandíbulas, e só se retirava quando Chico começava a comê-lo.
Durante muito tempo, até o casamento do pai com a boníssima D. Cidália, que o retirou da infeliz tutela da madrinha, aqueles jatobás, que eram encontrados à margem de um açude, foram-lhe importante complemento alimentar, tendo mesmo, em várias ocasiões, saciado sua fome.
O fato, prodigioso para alguns e absurdo para outros, revela o zelo da Vida Maior com aquele que, tendo renascido m meio a tantas dificuldades e provações, estava predestinado a desempenhar sublime missão entre as criaturas na Terra.

Do livro: Chico Xavier – O Apóstolo da Fé, páginas 144/145, de autoria de Carlos A. Baccelli, editado pela Livraria Espírita Edições “Pedro e Paulo”, Av. Pe. Eddie Bernardes Silva, 775, 38035-230, Uberaba, MG, 1ª edição, março/2002.

Allan Kardec

A Doutrina Espírita é assim o mais poderoso elemento de moralização, por se dirigir simultaneamente ao coração, à inteligência e ao interesse pessoal bem compreendido.
Por sua mesma essência, o Espiritismo participa de todos os ramos dos conhecimentos físicos, metafísicos e morais. São inúmeras as questões que ele envolve, as quais, no entanto, podem resumir-se nos pontos seguintes que, considerados verdades inconcussas, formam o programa das crenças espíritas.
Obras Póstumas

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Bem-vinda Guilhermina!!

Parabéns
Meu Irmão Fabiano e Minha cunhada Marilda
Posso imaginar a alegria que vocês estão sentindo neste momento único de suas vidas. Sabendo que esta nova vida que chegou, lhes fará felizes e realizados.
Você é abençoada Guilhermina, pois é a esperança de um novo amanhã, e tem a chance de estar entre nós para que realize sua missão na terra.
Queridos, receberam um espírito que contará com suas orientações e com seu amor, ajudando-o em seu caminho.Mas saiba que isso é uma tarefa Maravilhosa e enriquecedora.
Parabéns e sejam muito felizes...
Receberam uma das maiores bênçãos de Deus:UM FILHO!
Começa agora uma nova vida, com um sentimento de carinho e união, que só um Bebê tão desejado poderia trazer.
Um grande beijo aos Três!