segunda-feira, 17 de outubro de 2011

CHAMA DIVINA

Ante os conflitos que explodem no mundo, conserva-te em paz.
Não te deixes envolver pelo pessimismo.
Continua servindo e abençoando a vida.
O bem triunfa sempre.
A pouco e pouco, o homem ergue-se das sombras para luz.
Não cedas às sugestões da descrença.
A dor desperta as consciências adormecidas.
Ora e confia no futuro.
Por mais se alteiem as labaredas do ódio, o amor é chama divina a dissipar o mal.
Lembra-te que o Senhor permanece Velando.
Bezerra de Menezes

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

BOM DIA AMIGOS!

Apesar de livres na vida,
Não sabemos encontrar
A razão da tristeza,
Que sob o véu da incerteza,
Nos faz renunciar.
Tentamos avançar,
Deslocar o obstáculo,
Mas a falta de coragem
Nos detém em cada passo.
É como numa viagem
Onde estacionamos a vontade,
Deixando que o tempo
Carregue a oportunidade.
De crescermos e sermos felizes,
Alcançando um novo mundo,
Mudando a nossa visão
Impulsionados pela razão
Que vem lá do fundo.
Da alma em silêncio
Trabalhando o nosso ser,
Tirando as algemas
De nosso padecer.
Paulo Mendes Corrêa


Tenha sempre alegria em teu coração,
pois feliz é aquele que sabe compartilhar.

Doe esperança!

Doe amor!

A vida só será válida
se você deixar nela as marcas do seu amor.

Procure no seu coração a centelha divina
que habita em você, e encontrá
os caminhos que deve seguir.

Deus te abençoe Hoje e Sempre!

Abraço
Angel

MÉDIUNS E MEDIUNIDADE

1- Na reunião com a presença de vários médiuns videntes e/ou audientes um ouve ou vê uma ocorrência e outro ouve ou vê outro fato, quer dizer que há contradição ou embuste?
R - Não. Estando cada médium vibrando em sua própria faixa evolutiva, cada um estará naturalmente, sintonizado com esta ou aquela entidade, com este ou aquele aspecto do Plano Espiritual, pelo que cada um registrará a presença ou fatos com os quais esteja identificado.

2- Qual a diferença entre inspiração e intuição; vidência e clarividência; audiência e clariaudiência?
R - A opinião dos estudiosos sobre o assunto diverge um pouco. Alguns aceitam como sinônimos (inspiração/intuição - vidência/clarividência - audiência/clariaudiência), outros vêem no segundo termo uma sutileza ou aprimoramento do primeiro: Intuição é a inspiração quando cresce (Emmanuel - Encontros no Tempo - pergunta 34). Clarividência seria ver melhor, ou com mais clareza (Edgard Armond - Mediunidade). A experiência nos mostra que alguns médiuns apenas vêem entidades ou quadros do Plano Espiritual, enquanto outros, além de verem, como que sentem o estado íntimo da entidade ou as vibrações do ambiente (clarividência). Enquanto alguns ouvem sons ou ruídos, outros ouvem e percebem interiormente o estado do Espírito ou do ambiente (clariaudiência).

3- Como proceder o médium para manter o estado de concentração durante as reuniões práticas e como desconcentrar-se, quando preciso?
R - Concentrar é manter o pensamento voltado a um objetivo específico, no caso de reuniões espíritas, voltá-lo exclusivamente ao amor e à caridade, buscando oferecer o melhor de nós mesmos. Se temos dificuldades para mantê-lo neste estado (em virtude de preocupações rotineiras) podemos nos valer da prece como recurso de concentração. Para desconcentrar, deve o médium voltar o pensamento ao meio ambiente, ainda assim, alicerçado nas vibrações da prece para manter o equilíbrio.

4- O médium deve ficar concentrado durante toda a reunião?
R - Deve o médium, com espontaneidade, manter-se atento ao desenrolar dos trabalhos, com o que estará aprendendo e ao mesmo tempo à disposição da Espiritualidade para atuar quando solicitado. Permanecer sim, à disposição do serviço, sob a égide de Jesus.

5- Qual a postura adequada do médium à mesa?
R - Guardadas as conveniências, a mais cômoda, porque será a menos cansativa. Evitar, porém, as posições que facilitem o sono.

6- Numa reunião de educação mediúnica, se o médium apesar das influências para falar, permanece silencioso, aguardando sua vez, está sendo ele beneficiado?
R - Sim. Estará aprendendo com os outros e exercitando em sua auto-educação.

7- Que dizer do médium que recebe comunicações fora da mesa de trabalho, ou do local da reunião?
R - Faltam-lhe ainda os recursos da educação mediúnica. O médium, consciente de suas responsabilidades, não se entrega a atividade mediúnica ostensiva fora da reunião própria.

8- Como e até onde se processa a influência dos Espíritos sobre o médium, ostensivo ou não?
R - Todos somos em nosso íntimo (mentalmente) influenciados pelos Espíritos. Enquanto esta influência sobre o médium ostensivo é mais direta, portanto, com reflexos mais acentuados, sobre o médium de sustentação, ela se limita às intuições ou manipulações de energias necessárias ao bom andamento da reunião.

9- Qual o procedimento do médium quando intensamente assediado pelas vibrações de um Espírito desequilibrado, quer na reunião ou fora dela?
R - Redobrar o seu estado de vigilância, pois, pode tratar-se de um trabalho em andamento supervisionado pelos mentores espirituais. Recorrer à oração e às leituras edificantes, porque assim estará cooperando para a sua melhoria e a do Espírito que se aproxima.

10- Como entender o fato de o médium alegar que faz preces e não consegue superar o envolvimento de determinadas entidades?
R - Às vezes as nossas preces se limitam aos lábios. "Há diferença fundamental entre orar e declamar". No entanto, se aliamos a mente ao coração e realmente orarmos confiantes no Senhor e o envolvimento do Espírito permanece é porque estamos frente a um trabalho de reajuste, expiação ou testemunho, ou ainda frente a uma oportunidade de exercer a caridade a um necessitado. Redobremos a vigilância e confiemos no Senhor que a solução está a caminho.

Grupo espírita renascer

O ESPIRITISMO COLOCA O HOMEM SOB A INFLUÊNCIA DOS DEMÔNIOS?

Só o preconceito pode justificar essa afirmativa. Afinal, como uma doutrina embasada no Evangelho de Jesus pode ligar alguém a demônios?

O Espiritismo não veio criar uma nova moral, mas sim facilitar aos homens a compreensão e a prática da moral do Cristo, ao dar uma fé sólida, racional e esclarecida aos que buscam a verdade.

Prega que o homem de bem, o verdadeiro cristão, é aquele que pratica a lei de justiça, amor e caridade em sua plenitude.
Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz em dominar suas más inclinações.

O Espiritismo nos ensina que Deus, na sua bondade e sabedoria infinitas, não criou seres voltados ao mal por toda a eternidade. Há Espíritos ignorantes e imperfeitos que nos inflamam más paixões e nos induzem ao mal, assim como os bons podem nos influenciar para o bem.

O diabo é a representação alegórica do mal, que resume em si todas as mazelas dos Espíritos imperfeitos. São os chamados demônios, que nada mais são que Espíritos ignorantes e imperfeitos, ainda distantes do bem, que diante de corações impuros e preconceituosos, se comprazem com eles e lhes induzem ao erro, promovendo-lhes más idéias e julgamentos.
Esses Espíritos não são patrimônio do Espiritismo e, como os bons, também podem estar em todo lugar, podendo ser atraídos por todos os que se afinizam com seus propósitos.

Lembramos que o próprio Jesus foi citado por seus inimigos de ser possuído por demônios, por falar de uma doutrina contrária aos valores vigentes. Contudo suas obras evidenciaram sua grandeza.
É dele mesmo a afirmação de que cada árvore é conhecida pelo seu fruto e o fruto da Doutrina Espírita é evidenciado pelas suas boas obras.
A maior e mais importante obra do Espiritismo é transformação da criatura através do estímulo ao autoconhecimento, retirando o homem do estado de ignorância em que se encontra, instruindo-o ao nível da luz.

"Mas alguns deles diziam: Ele expulsa os demônios por Belzebu, príncipe dos demônios.
E outros, tentando-o, pediam-lhes um sinal do céu.
Mas, conhecendo Ele os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino, dividido contra si mesmo, será assolado; e a casa, dividida contra si mesma, cairá.
E se também Satanás está dividido contra si mesmo, como subsistirá o seu reino? Pois dizeis que eu expulso os demônios por Belzebu.
E, se eu expulso os demônios por Belzebu, por quem os expulsam vossos filhos? Eles pois serão os vossos juizes.
Mas, se eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente a vós é chegado o reino de Deus
(Lucas 11.15-20). Veja também: Mateus 9.34 - Mateus 11.18 - Mateus 12.33 - Marcos 3.22.

Grupo Espírita Bezerra de Menezes