segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A NATUREZA DA MEDIUNIDADE

Limitando-nos daqui para frente à acepção restrita do termo 'médium', que é a mais usual e relevante, estaremos, no que se vai seguir, entendendo a mediunidade como a aptidão especial que certas pessoas possuem para servir de meio de comunicação entre os Espíritos e os homens.

A questão que naturalmente surge neste ponto é a de se determinar qual é a natureza da faculdade mediúnica: quais as suas causas, por que surge somente em determinadas pessoas e em modalidades e graus diversos, se é passível de desenvolvimento forçado mediante alguma técnica etc.
Um aspecto central relativo à natureza da mediunidade acha-se exposto na resposta à questão que Kardec endereçou aos Espíritos no parágrafo 226 de O Livro dos Médiuns:

O desenvolvimento da mediunidade guarda proporção com o desenvolvimento moral dos médiuns?
“Não; a faculdade propriamente dita prende-se ao organismo; independe do moral. O mesmo, porém, não se dá com o seu uso, que pode ser bom ou mau, conforme as qualidades do médium.”

Como observamos pela resposta dos Espíritos, a capacidade de servir de “ponte” entre o mundo espiritual e o mundo material está ligada a fatores de ordem orgânica.
Esse ponto encontra-se exarado em vários lugares das obras de Kardec e de outros autores espíritas abalizados, passando, no entanto, despercebido à maioria das pessoas, mesmo espíritas.

Já em 1859 Kardec afirmava, em seu livro Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas que “essa faculdade depende de uma disposição orgânica especial, suscetível de desenvolvimento.”.
 Em O Livro dos Médiuns as referências nesse sentido são numerosas.
No parágrafo 94, por exemplo, que trata das manifestações físicas espontâneas, os Espíritos informam que a aptidão de ser médium de efeitos físicos “se acha ligada a uma disposição física”.
Bem mais adiante, ao estudar a formação dos médiuns, Kardec retorna ao assunto:
Têm-se visto pessoas inteiramente incrédulas ficarem espantadas de escrever [mediunicamente] a seu mau grado, enquanto que crentes sinceros não o conseguem, o que prova que esta faculdade se prende a uma disposição orgânica.
Notemos que nesta última passagem há referência a mais um princípio importante: a mediunidade não depende das convicções filosóficas ou das crenças religiosas do médium.

Por fim, em resposta à questão 19 do parágrafo 223 desse mesmo livro os Espíritos esclarecem que “a mediunidade propriamente dita independe da inteligência bem como das qualidades morais” do médium. Portanto a mediunidade independe também do desenvolvimento intelectual do médium.

Resumindo o que vimos até aqui:
A mediunidade é a faculdade especial que certas pessoas possuem para servir de intermediárias entre o Espíritos e os homens. Ela tem origem orgânica, e independe:
- da condição moral do médium;
- de suas crenças;
- de seu desenvolvimento intelectual.

No parágrafo 200 de O Livro dos Médiuns, Allan Kardec deixa claro que “não há senão
um único meio de constatar [a existência da faculdade mediúnica em alguém]: a experimentação.” Ou seja, só poderemos saber que uma pessoa é médium observando que efetivamente é capaz de servir de intermediário aos Espíritos desencarnados.

Isso naturalmente remete à importante questão do desenvolvimento da mediunidade.
Por sua importância e pelas confusões e equívocos a que se tem prestado, merece ser abordada numa seção especial.

O CANSAÇO

Quando te sintas sitiado pelo desfalecimento de forças ou o cansaço se te insinue em forma de desânimo, pára um pouco e refaze-te.
O cansaço é mau conselheiro.
Produz irritação ou indiferença, tomando as energias e exaurindo- as.
Renova a paisagem mental, buscando motivação que te predisponha ao prosseguimento da tarefa.
Por um momento, repousa, a fim de conseguires o vigor e o entusiasmo para a continuidade da ação.
Noutra circunstância, muda de atividade, evitando a monotonia que intoxica os centros da atenção e entorpece as forças.
Não te concedas o luxo do repouso exagerado, evitando tombar na negligência do dever.
Com método e ritmo, conseguirás o equilíbrio psicológico de que necessitas, para não te renderes à exaustão.

Jesus informou com muita propriedade, numa lição insuperável, que “o Pai até hoje trabalha e eu também trabalho”, sem cansaço nem enfado.
A mente renovada pela prece e o corpo estimulado pela consciência do dever não desfalecem sob os fardos, às vezes, quase inevitáveis do cansaço.
Age sempre com alegria e produze sem a perturbação que o cansaço proporciona.

Divaldo Pereira Franco
Episódios Diários
Pelo Espírito Joanna de Ângelis

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

BOM DIA

Não deixe morrer esse anjo que há dentro de você.
Esse anjo chamado AMOR.
Esse anjo que dá toda a luz necessária para a nossa vida.
Deixe ele livre para reinar em seu coração.
Pois só assim seu espírito continuará livre do mal.
E, se você tiver a sua alma protegida por esse anjo.
Nada de ruim vai lhe tocar.
Pois você estará sempre ao lado de Deus.


O AMOR É NOSSO ESCUDO CONTRA OS SENTIMENTOS INFERIORES QUE INVADEM NOSSA VIDA, NOSSA MENTE, E EM MUITOS MOMENTOS O RECANTO MAIS SAGRADO DO NOSSO SER , O CORAÇÃO!
MAS ESSES SENTIMENTOS RUINS JAMAIS VENCEM, POIS DENTRO DE NÓS EXISTE UMA FORÇA MAIOR DO QUE TUDO!
RECORRA A ELA NOS MOMENTOS QUE PRECISAR , SEMPRE ENCONTRARÁ O AMPARO QUE TANTO PRECISA PARA ENFRENTAR OS EMBATES QUE APARECEM EM SEU CAMINHO.
DEUS NOS DEU A VIDA, E TUDO O MAIS QUE PRECISAMOS PARA VIVÊ-LA.
ACIMA DE TUDO, O AMOR É O CAMINHO!

UM EXCELENTE DIA,
AS OPORTUNIDADES PARA AMAR SE FAZ PRESENTE, FIQUE ATENTO!

ABRAÇO
ANGEL

ESPIRITUALIDADE PARA SUPERAR O ESTRESS

Além de demonstrarem que as pessoas mais espiritualizadas são mais felizes; pesquisas realizadas em várias universidades americanas vêm apontando que elas também têm maior facilidade em sair de processos depressivos, menos chance de se suicidarem, menor envolvimento com álcool, cigarro ou drogas, são menos ansiosas, não têm tantos medos e, as casadas, mais estabilidade e satisfação em seus relacionamentos.
Os estudos também revelam que pessoas com fé enfrentam melhor o estresse e, portanto, envelhecem mais lentamente. A pressão sanguínea torna-se mais baixa, já que a religião traz sensação de paz. A cicatrização pós cirurgia cardíaca é melhor. Algumas pesquisas também apontaram que pacientes com HIV ligados a práticas religiosas tinham em seus organismos mais linfócitos que atacam o vírus da doença.
De acordo com o pesquisador Harold Koenig, da Universidade de Duke, na Carolina do Norte (EUA), de fato a prática religiosa parece ter relação profunda com a saúde.
“As pessoas que crêem, têm fé, acham que vão enfrentar tudo melhor”, afirmou. E é por isso, segundo ele, que as faculdades de Medicina estão começando a ensinar que a religiosidade é importante na vida das pessoas.
É importante mentalizar que tudo o que machuca também pode beneficiar. Ou seja, é sábio quem vê nas dificuldades uma oportunidade de crescimento e de fortaleza.

Revista Digital - Vivência Espírita