quarta-feira, 23 de março de 2011

LEIS DE IGUALDADE


Não esqueças que, queiras ou não, vives e te movimentas, sob as mesmas vibrações de amor que o Pai cobre seus filhos, sejam eles pobres ou ricos; brancos ou pretos; fracos ou fortes; sábios ou ignorantes, e que a Sua lei, ampara e corrige de igual forma a todos, para que Sua justiça seja amor.

Examina os grandes oceanos. Neles encontraras, infinidades de famílias marítimas, diferenciando-se entre si pelas espécies definidas, mas, na síntese, compreenderas que todos eles, seus componentes, grandes ou pequenos, não prescindem de água para viver. De nada adiantaria, acreditar-se superior pelo conhecimento ou pela beleza, nem mesmo pelo tamanho, e intentar viver fora do ambiente água que lhes é próprio para a sua vida. Saindo do mesmo, acabariam com a morte, aniquilando toda sua idéia errônea em forma de vaidade ou orgulho.

Assim nós, criaturas vinculadas ao planeta terra, em forma de homem encarnado ou desencarnado. Estagiando que estamos todos, nesta escola de adiantamento espiritual, tendo como mestre sublime a dor, não fujamos à lição que nos cabe de submissão, uma vez o Pai determinou que aqui permanecemos. Saibamos compreender a determinação do criador, como bênção para o nosso espírito endividado perante a Sua Lei, e mesmo que o esforço nos coloque em plano superior ao do nosso semelhante, não deixemos de servir no setor que nos encontramos, para que, a nossa ignorância, em forma de orgulho pelo que vamos conquistando, não nos destrua semelhante ao peixe fora da água.

Esperemos trabalhando, a determinação do Pai, porque seremos chamamos por Seu Amor, a servi-lo em outros planos, tão logo estejamos aptos a faze-lo.

Procuremos espalhar as verdades eternas, sem considerar-nos superiores aos outros, porque, toda vez que nos afastamos daqueles a quem estamos ligados por determinação Divina, perdemos a oportunidade santa de ensinar. E mais tarde, quando nos apercebamos do erro, é possível que os mesmos, não estejam no lugar que os deixamos, ou então, que já tenham aprendido a lição por intermédio de criaturas mais abnegadas.

Se desejas ser grande, é necessário te tornes pequeno. Quanto mais toleres, mais aprenderás. E, quanto mais ampares, mais amparado serás. Ninguém consegue receber sem dar. A própria ambição, pelo que lhe deres, te defendera, mas, se és capaz de enxergar-lhe o fim pelo qual te é amigo, como doença que deves curar com a tua tolerância, dia virá, que te abraçará pelo amor sem nada receber. Donde exista o mal, enxerga o bem, e faze o bem por amor de quem te sustenta com o mesmo.

Muita paz meus filhos!


Pelo Espírito: Bezerra de Menezes
No Centro Espírita “PAZ, AMOR E CARIDADE”
Médium: Aurora Barba

E DEPOIS?

O ser humano é o único dotado de razão, por isso é chamado de racional.

Ser racional é raciocinar com sabedoria, é saber discernir, é pensar, utilizando o bom senso e a lógica antes de qualquer atitude.

Todavia, boa parte de nós não agimos com a sabedoria necessária para evitar problemas e dissabores perfeitamente evitáveis.

Costumeiramente, agimos antes e pensamos depois, tardiamente, quando percebemos que os resultados da nossa ação nos infelicitam.

Paulo, o Apóstolo, que tinha a lucidez da razão, adverte com sabedoria: Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém.

Quis dizer com isso que tudo nos é permitido, mas que a razão nos deve orientar de que nem tudo nos convém.

Do ponto de vista físico, quando comemos ou bebemos algo que nos faz mal, não pensamos no depois, mas o depois é fatal.

Se nosso organismo é frágil a certos tipos de alimento, devemos pensar nas consequências antes de ingeri-los, mesmo que a nossa vontade diga o contrário.

Perguntemo-nos: E depois? Como será depois?

Lembremos da gaseificação, do mal estar e de outros distúrbios que advirão.

Se temos vontade de fazer uso de drogas, sejam elas socialmente aceitas ou não, pensemos antes no depois. Será que suportarei corajosamente as enfermidades decorrentes desses vícios? Ou será um preço muito alto por alguns momentos de satisfação?

Quando sentimos vontade de usar o cartão de crédito, pela facilidade que ele oferece, costumamos pensar no depois? Pensar em como vamos pagar a conta?

Quando recebemos o convite das propagandas para o consumo desenfreado, ponderamos racionalmente sobre a necessidade da aquisição, ou compramos antes para constatar, logo mais, que não necessitamos daquele objeto?

No campo da moral não é diferente. Quando surgir a vontade de gozar alguns momentos de prazer, pensemos: E depois?

Quais serão as consequências desse ato que desejo realizar?
Será que as suportarei corajosamente, sem reclamar de Deus, nem jogar a responsabilidade sobre os outros?

Certo dia, conversando com um fiscal aposentado, ouvimo-lo falar a respeito do vazio que sentia na intimidade e da consciência marcada pelos atos inconsequentes que praticara durante a vida.

Buscou, na atividade profissional, tirar proveito de todas as situações. Arranjava tudo com algum jeitinho e muita propina, mas nunca havia pensado no depois.

E o depois chegou. A velhice o alcançou como alcança as pessoas honestas, mas a sua consciência trazia um peso descomunal, e uma sensação desconfortável lhe invadia a alma.

Não conseguia olhar nos olhos dos filhos e netos, sem pensar no quanto havia sido inescrupuloso. Sem pensar no tipo de sociedade que havia construído para legar aos seus afetos.

Dessa forma, antes de tomar qualquer atitude, questionemos a nós mesmos: E depois?

É melhor que resistamos por um momento e tenhamos paz interior, do que gozar um minuto e ter o resto da vida para se arrepender.


Redação do Momento Espírita.

MENSAGEM FINAL

segunda-feira, 21 de março de 2011

BOM DIA AMIGOS!

"Não te esqueças da "boa parte" que reside em todas as criaturas e em todas as coisas.
A tempestade da hora em que vivemos é, muitas vezes, a fonte do bem-estar das horas que vamos viver.
Busquemos o lado melhor das situações, dos acontecimentos e das pessoas.
Assimilemos a essência da divina lição.
Quem procura a "boa parte" e nela se detém, recolhe no campo da vida o tesouro espiritual que jamais lhe será roubado".
Fonte Viva


A melhor parte é aquela em que a alegria e satisfação tomam conta do nosso coração preenchendo o vazio que trazemos em nós, pois esse vazio só pode ser completado pela aquisição dos valores essenciais - os espirituais.


Se detenha nas partes boas porque as ruins sempre passam!

Abraço
Angel