O espírito que anima o corpo de uma criança pode ser tão desenvolvido quanto o de um adulto, ou ainda mais, caso seja mais evoluído, “pois são apenas os órgãos imperfeitos que o impedem de se manifestar. Age de acordo com o instrumento de que se serve”.
“Encarnando-se com o fim de aperfeiçoar-se, o espírito é mais acessível, durante esse tempo, às impressões que recebe e que podem ajudar seu adiantamento, para o qual deve contribuir os que estão encarregados da sua educação. (...) É, então, que se pode reformar seu caráter e reprimir suas más tendências. Esse é o dever que Deus confiou aos pais, missão sagrada pela qual terão de responder.”
Há, portanto, um período em que, mais ligado ao corpo do que propriamente encarnado, o espírito conserva-se em estado de relativa liberdade. Enquanto durar essa condição, ele tem conhecimento das coisas que se passam à sua volta e do que dizem e até pensam as pessoas que o cercam. À medida que seu corpo físico se desenvolve, porém, e coloca à sua disposição os órgãos necessários à vida na carne, sua integração ao meio ambiente e à expressão de seu pensamento, ele vai se deixando como que aprisionar pelas limitações de seu instrumento físico, de onde lhe competirá exercer sua função coordenadora, na complexa arte de viver na Terra.
Começa, portanto, a perder o uso pleno de suas faculdades de espírito em estado de liberdade. Daí em diante ele reage e participa da vida como ser encarnado, dentro do exíguo espaço mental proporcionado pelas contingências fisicas. Já não percebe mais pensamentos e emoções alheios, entendendo apenas o que lhe é transmitido através da linguagem que está aprendendo. Em compensação, começará a expressar, mesmo com seu limitado vocabulário, suas emoções e reações.
A partir dessa fase, somente quando dorme seu espírito gozará de certa liberdade, proporcionada pelo desprendimento parcial provocado pelo sono comum.
O processo da encarnação acarreta ao espírito uma perturbação “muito maior e sobretudo muito mais longa” do que o da morte. “Na morte” — como consta da questão número 339 — “o espírito sai da escravidão; no nascimento entra nela.”
Fica ele na situação de um ‘viajante que embarca para uma travessia perigosa e não sabe se vai encontrar a morte nas vagas que afronta”, de vez que “as provas da existência o retardarão ou farão avançar, segundo as tiver bem ou mal suportado”.
Fontes:
*O livro dos Espíritos
*Nossos filhos são Espíritos.
"FÉ INABALÁVEL É SOMENTE AQUELA QUE PODE ENCARAR A RAZÃO, FACE A FACE EM TODAS AS ÉPOCAS DA HUMANIDADE" ALLAN KARDEC
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
REFLEXÃO
entendimento mútuo, quando nos
dispomos a ceder, de nós mesmos,
em pequeninas demonstrações de
renúncia a pontos de vista”.
*¨*¨*
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
BOM DIA AMIGOS
Não pense mal das pessoas.
Quantas vezes as aparências enganam,
e o que pensamos ser um erro
é o que está certo nos outros.
Não julgue para não ser julgado!
Se você estivesse na situação "dele",
talvez fizesse pior,
e não gostaria que o julgassem mal...
Não faça aos outros o que não gosta que os outros façam a você.
* * * * * * * * * * * * * * *
Abraço
O MÉDIUM PRECISA ESTUDAR ?
O médium tem como condição primordial o estudo, na busca da compreensão da sua faculdade e do conhecimento da natureza dos espíritos que utilizam sua faculdade mediúnica para um contato mais próximo com os encarnados. Trazendo ao próprio médium uma condição mais segura de trabalho, pois, consciente e entendedor de sua faculdade trabalhará colaborando ainda mais com os técnicos espirituais responsáveis pela atividade mediúnica que frequenta. E através da segurança que começa pelo estudo alcança, sintoniza de uma melhor maneira com os mentores, como também poderá envolver os comunicantes para que se portem ordenadamente e não como muitos que chegam transformando as reuniões em perfeitas rebolias.
Médiuns Iniciantes
Sendo importante que seja levado ao conhecimento do médium principiante que, na fase inicial, é natural o surgimento de um clima psicológico inconstante, de altos e baixos, isto é compreensível, haja vista a mediunidade propiciar em um envolvimento mais próximo a interferência dos desencarnados na vida humana, e que geralmente são seres envolvidos com o mal ou com atos perniciosos, transmitindo assim, a irradiação das suas energias produzindo sensações anômalas, desagradáveis, que perfeitamente podem ser confundidas com problemas patológicos outros e que devem ser bem esclarecido ao irmão que se propõe para a nova tarefa. “O escolho da maioria dos médiuns iniciantes é Ter relações com espíritos inferiores, e devem se considerar felizes quando não o sejam senão espíritos levianos. Toda a sua atenção deve tender a não lhes deixar tomar pé, porque uma vez ancorados não é sempre fácil desembaraçar-se deles. É um ponto tão capital, sobretudo no início, que sem as preocupações necessárias, pode-se perder o fruto das mais belas faculdades”.
A condição do estudo é de muita importância para uma educação segura e embasada no que se diz respeito a faculdade.
Autoconhecimento
Neste estudo profundo que deverá o médium proceder em sua caminhada, defrontará com a necessidade de auto-conhecer-se, cumprindo-lhe ao mesmo tempo, conhecer as qualidades que deve procurar desenvolver em si e os hábitos viciosos e os obstáculos que a podem embaraçar no desempenho da sua tarefa. Pois, para uma auto-realização é necessário permanente exame de consciência, a fim de conhecer-se sempre, a todo momento, o estado da própria alma. Por isso, a meta prioritária é a criatura conhecer-se a si mesma, é preciso permanente exame de consciência, com o fim de conhecer-se sempre em todos os atos praticados por nós, deste modo nos conhecendo um pouco mais, poderemos com uma maior facilidade nos dedicarmos sem medos ao exercício. Moralização do Médium
A mediunidade é sem dúvidas, poderoso instrumento que pode converter-se em lamentável fator de perturbação, tendo em vista o nível espiritual e moral daquele que se encontra investido de tal recurso, ele não é uma faculdade portadora de requisitos morais.
A moralização do médium liberta-o das influências dos espíritos inferiores e perversos, que se sentem, impossibilitados de maior predomínio.O empenho do médium em se moralizar, na verdade, deverá fazer parte do processo de sua auto-educação, sintonizando profundamente com as palavras do Cristo – “Conhecereis a verdade e ela vos Libertará”.
Autocontrole
Cada dia, o medianeiro defrontará com sensações novas e viverá emoções que lhe cabem verificar, de modo que possa treinar o controle pessoal, estabelecendo uma linha dermacatória entre a sua e as personalidades que o utilizam psiquicamente, até mesmo, auxiliando-os nas comunicações. O estudo que visam a identidade dos espíritos falam bem alto no processo de educação do médium.
Conhecimento sobre os Fluídos
A compreensão das Leis dos Fluidos, isto é, a identificação fluídica entre o médium e o espírito, constitui fator de altíssima importância para uma comunicação harmônica, pois que, se são contrários, se esta relação fluídica se repele, com deveras dificuldades poderá se processar a comunicação mediúnica, sobre isso também o médium deverá estar ciente.
Aprimoramento Constante
Buscando novamente o grande manancial de informações que é O Livro dos Médiuns, na Parte 2º- Cap XVII, Item 221 – Formação dos Médiuns.
Enfim, a educação mediúnica é para todo a existência, pois, à medida que o medianeiro se torna mais hábil e aprimorado, melhores requisitos são colocados para a realização do ministério abraçado.
Fonte:
Fonte:
Portal do Espírito
O Livro dos Médiuns
Assinar:
Postagens (Atom)



