terça-feira, 20 de abril de 2010

Elevando a Vibração

Nós estamos vivendo numa época de muito baixa vibração nos ambientes da Terra e as pessoas mais sensíveis sentem esse magnetismo pesado com mais intensidade.
Isto provoca muitos distúrbios, tais como estados de irritação, agressividade, medo, enxaqueca, e vários problemas de saúde.
Para aliviar esse quadro a solução está em elevar a própria freqüência vibratória.
Quer confirmar?


Inspire calma e profundamente algumas vezes para equilibrar os ritmos internos.
Imagine que você está no campo, junto a um arbusto florido.
Algumas nuvens pintam de branco o azul do céu.
Você vê flores e nuvens.
As flores falam em alegria e amor.
Sua vibração nos transmite ternura e contentamento.
As nuvens, passando, indicam que há céu, há luz, há vida que esplende em outras infinitas dimensões.
Repita mentalmente as seguintes palavras, procurando
senti-las em toda a sua profundidade:

Da mente divina, luz infinita,
flua luz para a minha mente.
Que a minha se ilumine e se enobreça nessa luz.
Que essa luz divina percorra todo o meu ser,
para que eu vibre na paz e na harmonia.

Do coração do universo,
fonte infinita e eterna do amor,
flua amor para o meu coração.
Que meus sentimentos se engrandeçam
nesse afeto de Deus,
nesse afeto que vibra em todo o universo,
dando a tudo e a todos razões para o existir.
Que esse amor preencha todos os meus espaços interiores.
Paz e harmonia em todo o meu ser.

Site:http://www.bemviver.org/Auto-iluminacao.htm

Chico Xavier

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Bom Dia

O Verdadeiro Deus
 
O Deus que Moisés mostrou,
Cheio de maldade e ira,
Até a crença me tira.
Deus assim eu desconheço
Mas o que Jesus nos trouxe,
Um Pai de Bondade e Amor,
Que jamais teve rancor,
Esse, sim, eu conheço esse.
Não Fosse Ele tão bom,
Como o homem estaria,
Com toda hipocrisia
Que possui milenarmente?
E pleno de ingenuidade
Pensa, conquanto o mal o faça.
Que disfarçando a trapaça
Vai ter o Céu "de presente!
Mas quando a morte, enfim, chega,
Não tem pr´a onde correr...
E passa então a entender
O que é viver a esmo ...
Ai, surpreso, descobre
Com enorme decepção,
Que o "Céu "e o "inferno" estão
Ali dentro dele mesmo!
 
José Viena Gonçalves

Casas ou Grupos?

“Nos agregados pouco numerosos, todos se conhecem melhor e a
mais segurança quanto à eficácia dos elementos que para eles entram. O silêncio e o recolhimento são mais fáceis e tudo se passa como em família. As grandes assembléias excluem a intimidade, pela variedade dos elementos de que se compõe; exigem sedes especiais, recursos pecuniários e um aparelho
administrativo desnecessários nos pequenos grupos.”
O Livro dos Médiuns — capítulo 29 — ítem 335

Feliz e inspirada a fala do educador excelente e magno codificador do Espiritismo, Allan Kardec.
Casas ou grupos? O que atende melhor aos anseios de crescimento e desenvolvimento das potencialidades para “ser”?
As Casas pedem regulamentos, paredes e esforço físico. Os grupos são criados por relações, vivências e esforço moral.
As Casas abrigam-nos das intempéries materiais, enquanto os grupos são recantos de estímulos contra as investidas dos reveses da alma.
As Casas formalizam os movimentos para fora, enquanto os grupos consolidam elos essenciais voltados para os valores íntimos.
As Casas têm chefes, os grupos têm líderes.
As Casas são estáticas; os grupos, dinâmicos.
As Casas são “dependências”; os grupos, autonomia.
As Casas são o corpo; os grupos, sua alma.
Casas priorizam a instituição; grupos laboram por mentalidades e idéias.
Casas são submissas a normas; grupos são expressões de criatividade e responsabilidade, harmonia e cooperação.
As Casas pedem hierarquia; os grupos apelam para a participação promocional.
As Casas podem servir de troféus à vaidade pessoal, enquanto os grupos são fontes inesgotáveis de serviço coletivo contra as artimanhas do personalismo.
As Casas reúnem pessoas, os grupos unem as pessoas.
Nas Casas as pessoas encontram-se, nos grupos elas convivem.
Nas Casas onde não encontramos grupos que se amam e respeitam pode-se desenvolver os ambientes de frieza afetiva e menor valor à individualidade, conquanto possam prestar relevantes serviços à sociedade.
O centro espírita, enquanto Casa, precisa reciclar seus paradigmas, contextualizar seus métodos, renovar sua forma de agir e decidir, agilizar suas atividades para atendimento dos inumeráveis e surpreendentes desafios que ora solapam as vidas humanas com dores acerbas.
A renovação dessa mentalidade deve iniciar-se pela formação de equipes, os grupos.
Relembremos a origem da palavra grupo que vem de “gruppo”, do italiano, que
significa “nó”. No caso, um nó entre seus membros.
Entretanto, formar e manter os serviços de equipes é iniciativa que demanda preparo dos dirigentes.

Laços de Afeto
WANDERLEY S. DE OLIVEIRA
DITADO PELO ESPÍRITO ERMANCE DUFAUX